domingo, 29 de julho de 2012

Poema à Amizade (Albert Einstein)




Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.


Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.


Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade reaproximar-nos-á.


Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda existir amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.


Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e lembraremos para sempre.


Há duas formas para viver a vida:


Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.


Albert Einstein - Maçom

terça-feira, 24 de julho de 2012

Carta de um Maçom a seu Filho




"Carta de um Maçom a seu Filho"

Meu Filho,

Quando você parar de me contar - como ainda você faz - as suas brincadeiras e as suas coisas pessoais; quando você não tiver mais medo da "escuridão" e decidir abrir, finalmente, as páginas desses livros desconhecidos que hoje você somente olha, talvez mal ajeitados, na estante do meu escritório, e que conservo com muito carinho; quando for adulto, aproxime-se desses senhores que hoje você acha misteriosos e que, se bem não te desagradam, te merecem tão somente certa indiferença.

Procura essas pessoas que, freqüentemente, me ligam ou me visitam e com quem compatilho algumas horas, a cada semana, nesses dias que você vê eu chegar mais tarde em casa. Sim, procura esses homens que a sociedade identifica como "Os Maçons" e que eu chamo, orgulhosamente de, "Meus Irmãos". 

Tantas vezes você os viu e ouviu que, provavelmente, já conheça todos eles. A grande maioria são jovens; alguns, homens maduros; e outros, com as suas testas coroadas por cabelos grisalhos, do mesmo jeito que algumas montanhas mostram seus cumes, cobertos pelo branco da neve. Mas todos eles me permitiram beber da fonte da sabedoria. Todos, por igual, abriram seus peitos como se abre uma cesta para receber as confidências, a alegria, os infortúnios e decepções, os projetos e as ilusões do melhor amigo. Sim, procura essas pessoas, sem importar o longo caminho a ser percorrido, nem quantos os obstáculos que devam ser vencidos. Decidido a procura-los, o Ser Supremo vai mostrar-te o caminho. E quando souber o que é que eles fazem, como pensam e o que pretendem, desde que o teu espírito esteja satisfeito, e achadas todas as tuas respostas, junte-se a eles e siga-os. 

Mas, se mesmo depois de analisar os seus princípios, as tuas dúvidas continuarem sem resposta, então, meu Filho, saia do caminho, com a decência de um homem bem nascido. Se eu ainda for vivo, baterei palmas à tua decisão, a aceitarei, pois você terá estudado antes de definir e porque conseguiu analisar a tua escolha, ou seja, terá decidido por você mesmo, após ter pensado e raciocinado. 

E, caso eu tiver passado para o Oriente Eterno, vou pedir ao Grande Arquiteto do Universo para enfeitar a tua vida com os atributos que sempre procurei para você e que, Maçom ou não, o Mundo te reconheça como sendo um homem honesto, virtuoso, justo, respeitável, oposto a todo gênero de opressão e com um profundo amor pela humanidade.

Seu Pai e Maçom com muita Honra.

(Desconheço o autor)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Oração do Papa João XXIII pelos maçons




Senhor e Grande Arquiteto,


Nós nos humilhamos a Teus pés e invocamos o Teu perdão pela heresia que, no curso dos séculos, nos impediu de reconhecer em nossos Irmãos Maçons, os Teus seguidores prediletos. 

Lutamos, sempre contra o livre pensamento, porque não havíamos compreendido que o primeiro dever de uma Religião, como afirmou o Concílio, consiste em reconhecer o direito de não se crer em Deus . 

Havíamos perseguido todos aqueles que, dentro da própria Igreja, haviam se distanciado do caminho da Verdade, inscrevendo-se nas Lojas, desprezando todas as injunções e ameaças. 

Havíamos, pensadamente, acreditado que um sinal da Cruz pudesse ser superior a três pontos formando uma pirâmide. 

Por tudo isso, nos penitenciamos, Senhor e com o Teu perdão, Te rogamos, nos faça sentir que um compasso, sobre um novo altar, pode significar tanto quanto velhos crucifixos.

Amém!

sábado, 14 de julho de 2012

Leo Taxil - O inicio dos boatos e mentiras sobre a Maçonaria




Gabriel Jogang Pagés, francês nascido em 1854, com o pseudônimo de Leo Taxil, tornou-se origem das acusações de luciferismo e cultos satânicos contra a Maçonaria, acentuando a discordância entre esta última e o Clero.

Leo Taxil teve uma juventude turbulenta, estudando em diversos colégios católicos dos Jesuítas, sendo expulso de alguns deles e sai da casa paterna antes dos 16 anos.

Dedicado inteiramente ao jornalismo, em 1871 já com o pseudônimo de Leo Taxil, para ludibriar seu severo pai, ingressa no “A Igualdade”; funda posteriormente o “La Marote”, a “Jovem República” e em 1874 dirige “O Furacão”.

Em todas essas ocasiões, seus artigos eram uma seqüência de folhetins anticlericais, dos mais violentos, sofrendo diversos processos por excesso de linguagem. Em 1876, foge para a Suiça, voltando posteriormente a Paris. Tinha 24 anos e começa uma carreira vertiginosa uma vez que os republicanos e anticlericais triunfavam. Em 1879 funda a Biblioteca Anticlerical e alimenta a França com uma enxurrada de panfletos sensacionalistas. Ganhou, com o passar dos anos, muito dinheiro e diversos processos movidos pelo Clero.

Em 1881, Taxil havia sido Iniciado na Loja Maçônica “Os Amigos da Honra Francesa”, da qual foi expulso após dez meses, ainda na fase de Aprendiz.

O interesse pela sua literatura sensacionalista decai, as vendas sofreram brusca queda, o que fez que, em 1885, após intensa atividade anticlerical, Leo Taxil declara-se “convertido”, repentinamente, sem transição alguma. Confessa-se e passa a viver com os clericais freqüentando bibliotecas religiosas e aplica um novo golpe: começa a escrever contra a Maçonaria.

Assim, na condição de “católico penitente”, dedica-se, a partir de 1885 à publicações antimaçônicas. Seus livros descreviam rituais maçônicos entremeados de fantasias mirabolantes, passando posteriormente, a inventar e descrever rituais fantásticos, cultos luciferinos, satânicos. Esses livros eram devorados pelos leitores ávidos de sensacionalismo, tornando-se um grande e lucrativo negócio.

O negócio floresceu e chegou ao ponto culminante com a invenção de “Miss Diana Vaughan” no seu livro “As Irmãs Maçons”, onde tal personagem era a sacerdotisa de um culto demoníaco feminino a que chamou de Palladismo. Tal personagem queria livrar-se das garras do satanismo e voltar à Santa Igreja Católica mas era impedida pelos Maçons.

As autoridades eclesiásticas apoiavam de público e através de cartas as “revelações” do autor, chegando algumas delas a oferecer auxílio à fictícia Diana Vaughan. Em visita ao Vaticano, Leo Taxil foi cordialmente recebido por Cardeais e teve uma entrevista pessoal com o próprio Leão XIII.

As obras de Taxil foram traduzidas em diversos idiomas e seus artigos publicados em revistas e jornais católicos. Outros autores, influenciado pelo sucesso de Taxil, e tomando-o como referência, começaram também a explorar o mesmo tema. Durante doze anos toda essa miscelânea de imbecilidades forjadas por Leo Taxil foi devorada por um público cativo.

Apesar da desconfiança de algumas autoridades de tudo não passar de um embuste, os livros de Taxil continuavam a ser vendidos. Sua influência crescia também em outras nações, a ponto de na Espanha e Bélgica serem formadas comissões especiais para investigação da Maçonaria.

Até que finalmente, na Itália, em setembro de 1896, realizou-se um Congresso Antimaçônico em Trento, incentivado pelo Papa Leão XIII. Lá, algumas manifestações de descrédito dos exageros de Taxil começavam a aparecer. O monsenhor alemão Gratzfeld, provou que Miss Diana Vaughan era um embuste, mas não foi levado a sério.

Comissões foram criadas e aí começaram a aparecer dúvidas sobre a veracidade dos escritos e das personagens. Começava, assim, o fim de uma mistificação.

Depois de muito relutar, na Sociedade Geográfica de Paris, Taxil denunciou sua própria fraude, gabando-se de ter conseguido iludir as autoridades eclesiásticas por doze anos. A reação às declarações de Taxil foi de tal ordem que ele teve de deixar o local sob proteção policial. Não mais se ouviu falar sobre Taxil que veio a falecer em 1907.

Eleutério Nicolau da Conceição em Maçonaria Raízes Históricas e Filosóficas - 1ª edição - São Paulo - Editora Madras - 1998, esclarece: “todavia, aplica-se a este caso a conhecida figura do travesseiro de penas sacudido ao vento: é impossível recolher todas as penas”. De tempos em tempos, aparecem livros antimaçônicos, inspirados nas idiotices de Leo Taxil, ou de outro autor inspirado por ele.

E, assim, os Maçons norte americanos, que periodicamente sofrem campanhas movidas por igrejas fundamentalistas, repisando sempre as mesmas teclas de Leo Taxil, referem-se à fraude como “The lie that will never die” – a mentira que nunca morrerá.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Prince Hall e a Maçonaria Afro-americana




Prince Hall foi um escravo africano em solo norte-americano que, ao completar 21 anos de idade, recebeu de seu patrão, William Hall, sua carta de alforria. Daí em diante, Prince Hall se tornou um ativista da liberdade, tendo como uma de suas primeiras iniciativas a reunião de um grupo de homens negros livres para iniciarem na Maçonaria. Ele alcançou esse intento no dia 06 de Março de 1775, sendo iniciado com outros 14 negros numa Loja militar irlandesa. Os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre foram concedidos em apenas um dia, e Prince Hall conseguiu uma permissão para fundar uma Loja com aqueles membros: a “African Lodge”, funcionando em Boston, Massachusetts.

No ano seguinte, estoura a Guerra de Independência dos EUA e Prince Hall, junto da maioria dos irmãos da “African Lodge”, aderem à guerra pela liberdade de seu país. Ao final da guerra, a “African Lodge” encontra-se com 33 membros. A Maçonaria norte-americana começa, em cada Estado, seus esforços para se organizar, já que as Lojas na época possuíam cartas constitutivas expedidas pelas Grandes Lojas dos Antigos, dos Modernos, da Irlanda e da Escócia. Em alguns Estados norte-americanos duas Grandes Lojas surgiram, uma seguindo o sistema dos Antigos e outra dos Modernos.

É nesse cenário que Prince Hall, crendo no princípio de igualdade preconizado pela Ordem Maçônica, tenta filiação da “African Lodge” na nova Grande Loja de Massachusetts. Porém, os maçons brancos ainda não haviam interiorizado os ensinamentos maçônicos, e recusaram-se a filiar a Loja.  A Loja então solicitou a carta à Grande Loja da Inglaterra (Modernos), que, em 06 de Maio de 1787, acabou atendendo ao pedido, passando a “African Lodge” a adotar o número “459” daquela Grande Loja.

Em 1792, após receber visitas de grupos de maçons negros da Pensilvânia e de Rhode Island, a “African Lodge” concedeu a esses grupos permissão para criarem Lojas para negros em seus Estados. Nessa época, ela ainda se encontrava sob os auspícios da Grande Loja da Inglaterra (Modernos). Em 1813, quando da fusão das duas Grandes Lojas Inglesas, a “African Lodge” foi retirada da lista de Lojas da agora Grande Loja Unida da Inglaterra, a qual alegou falta do envio da anuidade.

A “African Lodge” tentou reestabelecer a filiação à GLUI até 1827, tendo todas as suas correspondências sido ignoradas ao longo dos anos. Foi quando a “African Lodge” se uniu às duas Lojas que havia colaborado para a fundação, uma da Pensilvânia e a outra de Rhode Island, e criaram sua própria Grande Loja. Em homenagem ao seu fundador, Prince Hall, que havia falecido em 04 de Dezembro de 1807, adotaram o nome de “Grande Loja Prince Hall”.

Herman Eggleston


Atualmente, há 45 Grandes Lojas Prince Hall que, juntas, somam mais de 4.000 Lojas e de 250.000 membros. Isso é mais do que a GLUI, mais do que a soma da Maçonaria Regular Brasileira.

Websites da Prince Hall Freemansonry

www.princehall.org - Massachussets
www.mwphglnj.org - New Jersey
www.mwphglin.org - Indiana
www.mwphglmd.org - Maryland

domingo, 8 de julho de 2012

A importância da Doação de Sangue




O sangue é uma substância essencial à vida, responsável pelo transporte de oxigênio, nutrientes, células, hormônios, enzimas e uma infinidade de outros elementos. Este texto explicará o processo de doação de sangue.

Em todos os hospitais do mundo, diariamente, são realizadas transfusões sanguíneas. A transfusão de sangue é um procedimento médico realizado para salvar vidas e para tratar doentes em estado grave. 

Não existe sangue artificial, nem outra substância que possa substituí-lo, portanto, para que haja transfusão, é preciso que haja doação.

A doação de sangue é um ato voluntário de generosidade ainda pouco difundido na população. Estima-se que apenas 1 a cada 30 pessoas seja doadora, uma proporção muito pequena, ainda mais quando se sabe  que 1 a cada 3, eventualmente, necessitará de uma transfusão ao longo de sua vida.

DOAÇÃO DE SANGUE

O ato de doar sangue deve ser sempre voluntário, porém, nem todos os candidatos estão aptos para serem doadores, o que só aumenta a necessidade de um volume maior de candidatos.

Os requisitos básicos para ser um candidato a doação de sangue são:

- Estar bem de saúde.
- Ter mais de 18 e menos de 60 anos.
- Pesar mais que 50 kg.
- Homens não podem doar sangue 2 vezes em um espaço menor que 60 dias, respeitando o limite máximo de 4 doações por ano. 
- Mulheres não podem doar sangue 2 vezes em um espaço menor que 90 dias, respeitando o limite máximo de 3 doações por ano.  
- Mulheres não podem estar grávidas, nem amamentando.
- Mulheres não podem ter tido um aborto ou parto há menos de 3 meses.

Se você se enquadra nestes requisitos, já pode se candidatar (ou recandidatar) a doação. Para que o procedimento não traga riscos nem ao doador, nem ao receptor do sangue, algumas outras condições devem ser respeitadas.

Portanto, não podem doar sangue:

- Diabéticos insulino-dependentes (leia: DIABETES MELLITUS | DIAGNÓSTICO E SINTOMAS)
- Pessoas que têm ou tiveram sífilis (leia: SÍFILIS | SINTOMAS E TRATAMENTO)
- Pessoas que têm ou tiveram hepatite viral após os 10 anos de idade (leia: AS DIFERENÇAS ENTRE AS HEPATITES)
- Pessoas com câncer (leia: CÂNCER (CANCRO) | SINTOMAS E DEFINIÇÕES) 
- Portadores do vírus HIV (leia: SINTOMAS DO HIV E AIDS (SIDA))
- Pessoas com doença pulmonar tipo DPOC (leia: DPOC | ENFISEMA E BRONQUITE CRÔNICA)
- Pessoas com insuficiência renal crônica (leia: INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA | SINTOMAS)
- Pessoas com passado de tuberculose extra-pulmonar (ler: TUBERCULOSE | SINTOMAS E TRATAMENTO)
- Pessoas com antecedentes de AVC (leia: AVC | ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL | DERRAME CEREBRAL)
- Portadores do vírus HTLV I ou HTLV II 
- Pessoas que tiveram malária ou que tenham morado em região endêmica nos últimos 6 meses. 
- Pessoas com doença de Chagas ou que tenham contato com o inseto barbeiro
- Portadores de doenças auto-imunes (leia: DOENÇA AUTO-IMUNE) 
- Pessoas que sofrem de epilepsia
- Pessoas com doenças psiquiátricas que gerem inimputabilidade jurídica 
- Pessoas com comportamento de risco tais como não usar preservativos em relações sexuais, ter tido mais de dois parceiros sexuais nos últimos 3 meses ou ser usuário de drogas injetáveis 

Impedimentos temporários para doação de sangue

Algumas situações impedem a doação apenas temporariamente. Neste caso, o candidato pode será orientado a retornar ao banco de sangue quando já não mais tiver nenhum tipo de impedimento. Abaixo, listo as situações que podem impedir a doação de sangue apenas de modo temporário.

- Estar em jejum. O doador deve se alimentar tendo apenas o cuidado para não ingerir comidas muito gordurosas dentro das 4 horas que antecedem a doação.
- Hipertensão não controlada. Para poder doar sangue é preciso que no momento da coleta a pressão arterial esteja abaixo de 180 x 100 mmHg (leia: HIPERTENSÃO (PRESSÃO ALTA) | SINTOMAS E TRATAMENTO)
- Diabetes tipo 2 descontrolado. 
- Ter sido tatuado ou colocado piercing há menos de 1 ano (leia: BODY PIERCING | PERIGOS E COMPLICAÇÕES)
- Ter realizado sessão de acupuntura sem material descartável há pelo menos 1 ano.
- Atraso menstrual em mulheres em idade fértil. 
- Diarréia na última semana.
- Tuberculose pulmonar nos últimos 5 anos.
- Dengue no último mês (leia: DENGUE | MOSQUITO DA DENGUE | Sintomas e tratamento)
- Ter ingerido bebida alcoólica até 24 horas antes da doação.
- Não ter dormido por pelo menos 6 horas na noite anterior a doação.
- Ter recebido transfusão de sangue há menos de 1 ano.
- Pessoas com doença febril não devem se candidatar a doação de sangue até estarem clinicamente curadas (leia: O QUE SIGNIFICA E POR QUE TEMOS FEBRE ?)

Vacinação e doação de sangue (leia: VACINAS - Calendário de vacinação, efeitos colaterais)

Uma das dívidas que surgem mais frequentemente é em relação a vacinações antes da doação.  

a) Vacinas com vírus ou bactérias vivos atenuados

- Pólio Oral (Sabin), Febre Tifóide Oral, Sarampo, Caxumba (Parotidite), Febre amarela, BCG = Intervalo mínimo de 3 semanas para doação de sangue
- Rubéola, Varicela (Catapora), Varíola = Intervalo mínimo de 4 semanas para doação de sangue

b) Vacinas com  vírus ou bactérias mortas ou com toxóides

- Cólera, Pólio (Salk), Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite, Hepatite A, Pneumococo, Febre Tifóide (Injetável), Leptospirose, Brucelose, Peste = Intervalo mínimo de 48 horas para doação de sangue
- Hemophillus influenzae, Hepatite B recombinante, Influenza (gripe) = Intervalo mínimo de 4 semanas para doação de sangue 

 - Vacinação contra raiva humana após exposição a animal suspeito = Intervalo mínimo de 1 ano para doação de sangue (leia: RAIVA HUMANA | Transmissão, sintomas e vacina)

Cirurgias e tempo de intervalo para doação de sangue

- Extração dentária = 72 horas
- Cirurgias de pequeno porte como para apendicite (leia: APENDICITE | Sintomas e causas), correções de hérnias, retirada das amígdalas (leia: DOR DE GARGANTA | FARINGITE | AMIGDALITE), cirurgia de varizes etc... = 3 meses
- Cirurgias de médio e grande porte como colecistectomia (retirada da vesícula), nefrectomia (retirada de um rim), histerectomia (retirada do útero), nódulo de mama, ressecção de aneurismas, politraumatimos etc... = 6 meses a 1 ano
- Cirurgia cardíaca, pneumectomia (retirada de um pulmão), gastrectomia (retirada do estômago), esplenectomia (retirada do baço) = inaptidão definitiva.

Esses intervalos podem mudar de acordo com a avaliação feita pelo banco de sangue.

Quais remédios contra-indicam a doação de sangue?

Na maioria dos casos, estar tomando remédios não contra-indica a doação, uma vez que concentração da droga por unidade de sangue costuma ser baixa. Muitas vezes o que contra-indica a doação é a doença que está sendo tratada e não o próprio medicamento. Por exemplo, pessoas tomando antibióticos não devem doar sangue por causa da infecção que está ativa e não pelo simples fato de haver antibiótico circulante no sangue.

Existem, porém, algumas poucas drogas que são contra-indicadas para doação de sangue por causarem má-formações em fetos mesmo quando em concentrações muito pequenas no sangue, o que é preocupante para grávidas que possam vir a  precisar de transfusão sanguínea.
 Isotrentinoína (Roacutan®) usada para o tratamento da acne (leia: ACNE | CRAVOS | ESPINHAS | Causas e tratamento) e a Finasterida usada para hiperplasia benigna de próstata (leia: CÂNCER DE PRÓSTATA | HIPERPLASIA BENIGNA DA PRÓSTATA) e calvície (leia: CALVÍCIE | QUEDA DE CABELO | Causas e tratamento) não podem ter sido administradas nos últimos 30 dias antes da doação.
Dudasterida, também usada para hiperplasia benigna de próstata não pode ter sido tomada nos últimos 6 meses
A Acitretina usada na psoríase não pode ter sido tomada nos últimos 3 anos. Alguns bancos de sangue consideram o uso da Acitretina como contra-indicação definitiva, independente do tempo de suspensão.
O Etretinato, também usado na psoríase, contra-indica a doação para o resto da vida, já que ainda é possível detectá-lo no sangue mesmo vários anos após o fim do tratamento.
Pacientes em uso de coagulantes como Varfarina e Heparina também não devem doar sangue. Pacientes que usaram aspirina ou anti-inflamatórios nos últimos 5 dias ou clopidogrel e/ou ticlopidina nas últimas 2 semanas, também não estão aptos a doar.

Como é feita a doação de sangue?


O candidato é primeiramente questionado sobre sua atual condição de saúde e seu histórico clínico à procura de dados que possam contra-indicar a doação de sangue, seja temporariamente ou de modo permanente. É também realizada uma rápida avaliação dos sinais vitais e uma gota de sangue é retirada do dedo para determinação do grupo sanguíneo e para saber se o paciente está com anemia. (leia: ANEMIA |CAUSAS E SINTOMAS).

Durante a doação são retirados cerca de 450 ml de sangue, o volume de uma bolsa de sangue. O procedimento todo, desde a entrevista à doação do sangue propriamente dita, dura menos de 1 hora.

O volume de sangue retirado é sempre o mesmo, pois as bolsas são padronizadas com uma quantidade exata de anticoagulante. Qualquer volume de sangue a mais ou a menos pode resultar em um sangue sem qualidade para a transfusão.

Doar sangue é seguro?

 Todo o material usado para coleta do sangue é esterilizado e descartável, não havendo risco de contrair doenças.

Cerca de 7% a 8% do nosso peso equivale ao volume de sangue circulante. Ou seja, em uma pessoa de 50 quilos há algo em torno de 4 litros de sangue dentro dos vasos. Os 450ml de sangue doados seriam, portanto, aproximadamente 10% do volume de sangue circulante. Por isso, pessoas muito magras não devem ser doadoras, pois a quantidade necessária para preencher um bolsa ultrapassa o limite de segurança.

O corpo repõe:
- Em 24 horas a quantidade de líquido doada.
- Em 4 semanas a quantidade de hemácias (glóbulos vermelhos) 
- Somente em 60-90 dias, os estoques de ferro » Daí o intervalo mínimo obrigatório entre as doações.

Mantidos os cuidados acima, a doação de sangue é um procedimento praticamente inócuo. Eventualmente pode ocorrer uma equimose (mancha roxa) no braço, no local da punção, sem maiores consequências. Alguns indivíduos mais ansiosos podem desmaiar durante a picada, mas como esta é feita já com o candidato deitado, não ocorrem maiores problemas. (leia: DESMAIO, SÍNCOPE E REFLEXO VAGAL).

Nas pessoas mais magras, pode ocorrer um certo grau de cansaço nas primeiras 24h após a doação do sangue.
Que doenças serão testadas no meu sangue doado?

- HIV, hepatite B, hepatite C, doença de chagas, sífilis, HTLV I e II. Se qualquer uma dessas doenças for detectada, o sangue será desprezado e o doador contactado e informado sobre a necessidade de repetir as sorologias.

Orientações após a doação

- Assegure-se de ter uma boa hidratação nas 24h subsequentes a doação. Beba bastante líquido e evite bebidas alcoólicas.
- Alimente-se bem
- Não fume na primeira hora após a doação.
- Não faça atividades desgastantes no primeiro dia.
- Se tiver sentindo tonturas, deite-se e coloque as pernas apoiadas para cima. Isto deverá ser suficiente.
- O curativo pode ser removido após 4 horas.

Observações finais

- Doar sangue não engorda nem emagrece.
- Doar sangue não vicia nem cria dependência.
- Doar sangue não afina nem engrossa o sangue
- Mulheres podem doar sangue durante o período menstrual
- Não se pega doenças doando sangue

DOE SANGUE! Não custa nada, é rápido e você poderá salvar várias vidas.





Fonte e outras informações

sábado, 7 de julho de 2012

MAÇONARIA & INTERNET





Existe uma turma mais conservadora na Maçonaria que acredita ser a Internet a decadência da Maçonaria. Para esses, a Internet vem promovendo uma “banalização” da tradição e ensinamentos maçônicos ao tornar acessível todo tipo de material literário maçônico que se possa imaginar.

O engraçado é que, enquanto a Internet é algo relativamente jovem, tendo mal alcançado sua maioridade, faz pelo menos três séculos que a Maçonaria tem enfrentado ataques, através principalmente de livros e bulas papais. A Internet é apenas um meio de comunicação. Não é a Internet que causa algum mal à Maçonaria, senão a ignorância,  a intolerância e o fanatismo dos homens.

Faça um exercício simples: vá até um parente ou amigo que não seja maçom e pergunte se ele já visitou algum site ou blog de maçonaria. Provavelmente você escutará um não, por não ser um assunto de interesse dele. Na Internet, assim como em qualquer outro meio, a literatura não cai no seu colo, você tem que procurar. E só procura por um tema aquele que se interessa por ele. Aqueles que leem sobre Maçonaria na Internet são, quase que em totalidade, maçons. Os curiosos são pouquíssimos, e para esses há também uma infinidade de livros nas livrarias e bibliotecas de todo o país. A culpa definitivamente não é da Internet.

Faça um outro exercício: pesquise os sites antimaçônicos na Internet. Esses sites argumentam de forma intolerante contra a maçonaria e realizam interpretações literais distorcidas e equivocadas de frases isoladas de obras maçônicas. Verifique se as fontes maçônicas usadas por esses movimentos fanáticos são sites da Internet ou se são livros. Você irá descobrir que utilizam uma densa bibliografia maçônica de autores consagrados como Pike, Mackey e Oliver. Mas nenhum site ou blog maçônico.

Mesmo assim, o preconceito dos mais conservadores para com a Maçonaria na Internet e os Irmãos que a promovem ainda é forte.  E por conta disso, pode-se ver um grande contraste de conceitos dentro da instituição: Por um lado, você tem os maçons escritores de livros, cujos livros estão disponibilizados nas livrarias de qualquer Shopping do país, acessíveis a qualquer um disposto a pagar. Esses são considerados pelos conservadores como os intelectuais de maçonaria, imortalizados pelas páginas impressas. Por outro, você tem os maçons blogueiros, cujos blogs proporcionam literatura maçônica diária, gratuita e de qualidade aos irmãos. Esses últimos são considerados pelos conservadores muitas vezes como os traidores da Ordem.

Mas a verdade é que tanto o autor de livros como o blogueiro fazem a mesma coisa: escrevem. Ambos são escritores, apenas publicando em formatos diferentes. Não se deve julgá-los pelo meio de publicação e sim pelo conteúdo que produzem.

Há ainda outros pontos a serem considerados:

No caso dos livros maçônicos publicados, seus preços são relativamente altos, visto a leitura ser específica, não havendo economia de escala; há a necessidade do Irmão se deslocar até uma grande livraria ou comprar pela internet, o que gera um custo de frete e demanda tempo; são poucas as editoras que publicam o gênero, o que faz com que as obras demorem muito a serem publicadas. Em contrapartida, as editoras servem como “filtro”, em que grandes aberrações não costumam ser publicadas, além dos livros serem mais densos, proporcionando conteúdo mais completo sobre o tema abordado.

Já no caso dos blogs maçônicos, o prazo entre a produção e a publicação é praticamente inexistente, assim como o prazo para acesso ao conteúdo; os escritores não são reféns da boa vontade de editoras; o conteúdo é gratuito e a publicação e distribuição não ficam restritas geograficamente. Em contrapartida, não existe um “filtro de qualidade”, o qual deve ser feito pelo próprio leitor, e o conteúdo é, necessariamente, resumido.
Enfim, cada meio possui os seus prós e contras. O sociólogo canadense McLuhan estava certo em sua afirmação de que “o meio é a mensagem”, pois o meio impacta diretamente no formato e modo de transmissão da mensagem, e consequentemente sua absorção. Mas até McLuhan manteve o conteúdo isento de tal conceito.

O que o maçom de hoje precisa ter em mente é que esse é o mundo em que vivemos. Blogueiros são convidados para cobrirem grandes eventos, entrevistam presidentes da república e dão entrevistas para rádios, revistas e programas de TV. Um curioso não descobrirá mais ou menos sobre maçonaria com um blog do que visitando uma livraria ou biblioteca pública. Seja livro, blog, revista, site ou jornal, todos são escritores, e quase nunca se restringem a um único meio.

Por isso, valorize o escritor maçônico. Valorize aqueles Irmãos que se preocupam em compartilhar conhecimento com os demais. O meio pouco importa, desde que o conteúdo chegue aos Irmãos, faça-os refletir e colabore em seus desenvolvimentos. 

Kennyo Ismail


Fonte
Portal Brasil Maçom

sexta-feira, 6 de julho de 2012

História da Ordem Demolay




Em 1919, na cidade de Kansas City, Missouri, um acidente de caça deixou órfão o jovem Louis Gordon Lower. Após o falecimento de seu pai, Louis transferiria a figura de seu pai a um amigo da família, o maçom Frank Sherman Land, com o qual buscava constantemente conselhos e orientações, foi a ele que Louis pediu seu primeiro emprego. 

A partir da convivência com Lower e seus amigos, Frank Land percebeu que o problemas pelos quais o jovem Louis passava era comum a qualquer rapaz. A adolescência é uma fase de grandes conquistas e descobertas em qualquer cultura, mas principalmente, é a fase mais importante na formação do caráter de uma pessoa. Foi então que Frank Land teve a idéia de fundar uma organização juvenil que proporcionasse grandes amizades e incutisse nos jovens elevados valores morais e patrióticos, e para essa empreitada convidou o jovem Louis Lower para ajudá-lo, pedindo que convidasse alguns de seus amigos da Escola Secundária para uma reunião. 

Foi em fevereiro de 1919 que Louis Lower e oito de seus amigos se reuniram em um templo com a finalidade de fundar uma nova organização de jovens. Surgiu, então, a questão de como chamar esta nova organização. Land citou vários nomes famosos, porém nenhum agradava aos rapazes de um modo especial. Um dos jovens sugeriu que, por estarem em um Templo Maçônico, alguma figura ligada à maçonaria deveria ser lembrada. Aceita, por uma determinação do destino, a sugestão tomou corpo quando Land mencionou o nome de Jacques DeMolay, último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, que morreu como mártir de lealdade e tolerância, sendo seu nome escolhido por unanimidade como símbolo e patrono da Ordem. 

Em 18 de março de 1919, os noves jovens acompanhados de vinte e quatro amigos reuniram-se novamente em um Templo Maçônico, organizando oficialmente a Ordem DeMolay, com o número ideal de 33 jovens. Coincidentemente, 18 de março é o dia da morte de Jacques DeMolay, dizem que Frank Sherman Land só saberia dista 20 anos mais tarde. Na segunda reunião, Louis Lower foi o primeiro a fazer o juramento DeMolay sobre a Bíblia Sagrada. “Tio Land” sempre comparecia às reuniões, e dava conselhos valiosos quando os jovens precisavam, especialmente em uma das primeiras reuniões, em que um dos membros sugeriu limitar o número de integrantes a 75. “Tio Land” explicou que seria egoísmo, pois o que era bom para eles deveria ser bom também para outros jovens, isto fez com que o Capítulo de Kansas City, o “Capítulo Mãe”, em apenas 1 ano contasse com 3.000 jovens iniciados. 

Alguns meses após a fundação da Ordem, Frank Land percebeu a necessidade de um Ritual e então falou com o Maçom responsável pelo Setor Educacional de Kansas City, o Editor-Chefe do "Kansas City Journal" Frank Arthur Marshall. Foi ele o responsável por escrever um Ritual que possuía dois graus. O Ritual foi utilizado pela primeira vez em setembro de 1919 e permanece até os dias atuais, com exceção de algumas palavras, exatamente como foi escrito.

Conheça mais sobre a Ordem Demolay e sua atuação no site www.demolaybrasil.org.br

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Dez maneiras de enlouquecer um Venerável


Dez maneiras de enlouquecer um Venerável

1- Não frequente as reuniões, mas quando for, procure algo para reclamar;

2- Se comparecer à reunião encontre falhas nos trabalhos de quem está lutando pela boa administração da Loja;

3- Nunca aceite uma incumbência. Lembre-se de que é mais fácil criticar do que realizar;

4- Se a administração pedir sua opinião sobre um assunto importante, responda que não tem nada a dizer e depois espalhe como deveriam ser as coisas;

5- Não faça mais do que o absolutamente o necessário, porém quando o venerável e sua administração estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua Loja está dominada por uma "panelinha".

6- Não preste atenção na leitura do balaústre e muito menos na convocação da chancelaria, afirme que não interessa o que se passou na reunião e que não recebeu o comunicado do chanceler;

7- Se for convidado para qualquer cargo, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo "esta turma quer ficar para sempre nos cargos";

8- Quando tiver divergências com um membro, procure vingar-se da Loja, distribua cartas com acusações pesadas contra tudo e contra todos;

9- Cobre, insista para a realização de reuniões extras, trabalhos, palestras e ritualística impecável. E quando for convocado não compareça;

10- Após toda esta colaboração espontânea, quando cessarem as benfeitorias, os comunicados e todas as atividades, enfim, quando a Loja estiver arrasada, estufe o peito e afirme com orgulho: "eu não disse?". 

(DESCONHEÇO A AUTORIA)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

ÁGUIA OU GALINHA - A ESCOLHA É SUA




A águia e a galinha é um dos livros mais interessantes que já li. Seu autor é o nosso grande mestre de filosofia, teologia, espiritualidade e ecologia, Leonardo Boff.

Nele o mestre faz uma metáfora da condição humana, buscando inspiração numa velha história vinda da África. Seu autor é James Aggrey, um educador e político de Gana, pequeno país da África Ocidental, situado no Golfo da Guiné, entre a Costa do Marfim e Togo.

Leonardo Boff inicia a história dizendo, com sua grande sabedoria, que a libertação começa na consciência, no resgate da dignidade e da auto-estima, se efetivando na prática histórica. Fala da consciência da ancestralidade e do orgulho que o povo ganense tem de sua história e da nobreza de suas tradições. Termina dizendo que toda a colonização - seja ela antiga, pela invasão de territórios, seja ela pela integração forçada no mercado mundial - significa sempre um ato de grandíssima violência. A imposição de uma nova cultura invasora que subjuga e destroi importantes culturas tradicionais, sua memória, suas tradições, seus valores, suas instituições e suas religiões.

A história que James Aggrey, político e educador, contou ao seu povo numa reunião de lideranças populares em 1925 é a seguinte:

"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros.

Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.

-De fato - disse o camponês. É águia, mas eu criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extenção.

- Não - retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

- Não, não - insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como uma águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra as suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço entendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá em baixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não - tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurou-lhe: Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!

Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi junto delas.

O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha!

- Não - respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.

Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico Kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E comessou a voar para o alto, voar cada vez mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento..."

E Aggrey terminou conclamando:

"- Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos. Voemos como águias. Jamais nos contentaremos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar."

Com esta história o grande mestre basileiro nos ensina também que a vida é feita de escolhas; que o interior de cada um de nós nunca muda; que sempre estaremos prontos para encontrar nossos verdadeiros ideais. Depende de nós.

Nicéas Romeo Zanchett - artista plastico
http://semanadeartecarioca.arteblog.com.br

Relevância da maçonaria




Hoje eu gostaria de falar sobre a relevância da Maçonaria. A fim de analisar a relevância da Maçonaria no mundo de hoje, eu sinto que é preciso primeiro analisar em profundidade algumas das coisas que ela representa. Vejamos alguns dos princípios fundamentais que identificam a Maçonaria e torna distinto do mundo.

Todo maçom acredita na bondade para com seu semelhante e em levar uma vida de verdade e honestidade em tudo o que ele faz. A bondade requer que ele seja tanto a compreensão e misericordioso. A misericórdia é, na verdade, uma grande parte de mostrar bondade. Em se tratando de alguém, honestamente, um maçom deve honrar primeiro que os direitos da pessoa como um indivíduo, de modo que ele vai tratá-lo como ele deseja ser tratado. duas palavras muito básicas para um maçom são Honra e Misericórdia. 
Vejamos estas duas palavras e refletir sobre sua importância no mundo de hoje. Um olhar mais atento sobre a definição dessas palavras pode ajudar :

Honra
.... Para pensar muito de 
.... o respeito mostrado um bom homem 
.... que parte em um outro que nos faz sentir muito bem dele.

Misericórdia
.... Bondade para com os indefesos 
.... vontade de perdoar uma lesão 
.... falta de vontade de punir ou vingar-se.

Para um maçom, esses significados de honra e misericórdia sugerir metas muito altas, de fato. No entanto, ele sabe que pode tentar alcançar esses objetivos, regulando sua vida e ações. Se ele vive esses atributos, eles não se tornam metas, mas uma parte de sua vida. A parte que ele possa viver todos os dias. Ele pode mostrar misericórdia, apoiando várias organizações e clubes que arrecadar dinheiro para as pessoas em dificuldades, e apoiando causas maçônicas, perdoando um amigo ou vizinho que pode dizer, ou fazer algo prejudicial em um momento quando sua vida pessoal pode muito bem ser em crise, apoiando, e não condenar alguém que cometeu um erro ou uma má decisão. Ele pode mostrar sua honra, deixando seus amigos e vizinhos sabem que ele pode ser confiável, ouvindo uns problemas e mantê-los para si mesmo, fazendo o que ele diz que vai fazer.Tudo isso ele pode fazer com a felicidade, um sentimento de humildade e um amor geral de vida e de viver. Ele não tem que parecem estar preocupados com a gravidade destas convicções, ele só precisa ser visto como praticá-los. Ambos honra e misericórdia pode ser praticado a cada dia na vida de um maçom, como parte de seu modo de viver. Sendo um homem de honra significa saber que existem muitas oportunidades para ganhar a confiança do outro, mas há poucas chances segundos para fazê-lo. Que você deve prometer somente o que você pode fazer e fazer tudo o que você promete, que os seus hábitos deve refletir suas intenções, e que cada pessoa é julgada em última instância sobre a qualidade ea força de suas convicções morais. Ser misericordiosos meios que você deve amar os seus inimigos e fazer boas obras, que se você não julgar, não serão julgados, se você não condenar, você não será condenado, e se você perdoar, você mesmo vai ser perdoado. Para nas batalhas da vida, não são as maiores vitórias, aquelas que são ganhas pelo mais fraco.? Finalmente, meus irmãos, deixem-me voltar à minha pergunta sobre se a Maçonaria ainda é necessário hoje. 

Ouvimos que o número de lojas em Ontário está diminuindo, ea cada ano que o número de maçons está diminuindo, mas sabemos que a necessidade de a Maçonaria permanece constante. Há ainda trabalho a ser feito. Porque a Maçonaria foi fundada por homens de moral elevada e princípios que desejavam fazer o bem, não para si mesmos, mas para a causa do bem. Porque promove a honra e misericórdia, porque exige uma vida de severas ações morais, a Maçonaria era necessário ontem, é necessário hoje, e será necessário amanhã.

Por Fernando Augusto
http://www.facebook.com/fernando.saraiva.73

Crimes virtuais atingem 80% dos brasileiros




São Paulo - Um estudo da  Norton, divulgado hoje, revelou que 77 mil usuários brasileiros são vítimas diárias de crimes virtuais, como vírus, invasões em redes sociais e mensagens de phishing.

Ao todo, 80% dos usuários adultos já foram vítimas este ano de algum tipo de ataque. Além disso, pela primeira vez, o estudo da Norton calculou o custo do crime cibernético anual no país, que alcança o valor de R$ 104,8 bilhões.

No mundo todo, são 1 milhão de pessoas atingidas diariamente. Anualmente, o prejuízo global é de U$$ 388 bilhões, enquanto somente no Brasil esse valor chega a U$$ 63,3 bilhões, equivalente a R$ 104,8 bilhões. Ao fazer a comparação dos prejuízos financeiros e tempo perdido, os custos dos crimes cibernéticos no mundo são maiores do que os do tráfico de drogas, cujo custo anual chega a U$$ 288 bilhões.

Adam Palmer, consultor líder de cibersegurança da Norton, alertou que o alto índice de crimes virtuais está relacionado à utilização de antivírus mal atualizados pelos brasileiros. “É chocante que 69% das pessoas não mantenham seus software de segurança atualizados”.

Além disso, 78% das vítimas de crimes offline e online afirmam que o crime cibernético é preocupante tanto quanto o crime no mundo físico e 69% o considera igualmente revoltante. Aliás, crimes virtuais parecem estar mais comuns do que os offline. Isso porque entre os brasileiros entrevistados, 19% foram vítimas de crimes no mundo físico e 59% de crimes online.

Quanto a possíveis medidas para diminuir esses índices, Palmer destacou que esse número pode melhorar com a segurança e conscientização, pois as pessoas têm medo do crime cibernético. “Nós estamos tentando aumentar a cooperação global e treinar a polícia; é importante ter as pessoas trabalhando em conjunto, e não só um esforço dos americanos”.

Durante o estudo da Norton, foram entrevistadas cerca de 19 mil pessoas em 24 países. Palmer disse que “não é nossa intenção exagerar os números”. Ele completou ao dizer que o número é baseado em quando a pessoa reporta que sofreu o dano. Porém, eles não perguntam o que realmente aconteceu, apenas se ela se considera vítima ou não, sem levar em conta a legislação dos países estudados. De qualquer forma, Palmer alerta que “não há dúvidas de que o crime cibernético é real, assim como os desafios para a polícia”.

Fonte:
http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/crimes-virtuais-atingem-80-de-brasileiros-20092011-23.shl

Honestidade





Honestidade

Que cada irmão que ouve a pergunta responder por si mesmo. Mas deixe  que ele responda com cuidado e com o pensamento lento, não às  pressas e sem cuidado.

A maioria dos irmãos farão uma resposta um pouco como se segue:
"A Maçonaria tem me dado doçura em minha vida, a doçura de  fraternidade, o sentimento de unicidade com meus companheiros No seu  abrigo Eu fiz muitos amigos,.. Amigos não quero, para não poderia  ter feito de outra forma eu ter tomado a partir de eles que o  sorriso alegre, essa palavra útil, o que fez com que os lugares  ásperos no caminho da vida harmoniosa, tenho recebido deles o  encorajamento, o animador, a coragem, que fizeram a batalha mais  fácil de ganhar.

"A Maçonaria tem me dado o laço místico, o laço que nenhum homem  pode colocar em palavras, mas que liga o mais perto que é intangível  Laços de seda são as cadeias da Maçonaria;.. Nenhum de aço poderia  manter tão firmemente ou usar como suavemente Em um laço Mistico,  que tenho o privilégio de renovar com o Santo Altar da minha Loja  tão frequentemente como eu quero, acho que o perfume da vida, as  cores lindas do amor de homem para homem, eo toque suave de uma mão  amiga, de que não há nada mais suave em toda a existência.

"A Maçonaria tem me dado educação, que me ensinou que há uma maior  recompensa para o altruísmo do que egocentrismo, que não é um  salário alto para ser conquistada por um bom trabalho, o trabalho de  verdade, o trabalho de praça feito por amor ao trabalho e não o amor  do salário Ela me deu a oportunidade de conhecer de vista elevado,  da aspiração sublime, de patriotismo, de luta para cima através do  lamaçal de desânimo com os olhos fixos sempre na estrela;.. ele me  deu uma inspiração "
Um irmão Muitos podem falar do que a Maçonaria tem feito por ele em  termos do mundo do trabalho prático; da nota aprovada, o fundo de  dado, a viagem organizada, o doente visitado; as flores recebidas;  os entes queridos confortado em luto. Mas para cada homem que teve a  ajuda material, mil tiveram os dons espirituais da Maçonaria, ea  maioria de nós, vamos agradecer a Deus, não tive de pedir ou  receber, até mesmo a bela caridade da fraternidade. Tudo isto sendo  assim. . . E quem acha falsa surgir agora no lugar dele e se ele  pode negar que a Maçonaria tem até beneficiou dele. . . mas é justo  e honesto que, como verdadeira uma resposta ser dada ao "O que eu  fiz para a Maçonaria?"

Haverá alguns que responder a si mesmos,: eu tenho servido como  oficial. Tenho conferido graus. Tenho suportado o calor eo peso do  dia. "Eles são os sortudos, pois eles receberam a mais já que eles  abriram mais. Mas a grande maioria de nós não pode assim responder,  uma vez que existem, mas poucos oficiais na proporção o número de  artesãos.
Então, pergunte de novo, meu irmão, você que nunca atuou em uma  capacidade oficial, "O que eu fiz para a Maçonaria, que fez tanto  por mim?"

Não, meu irmão, você não precisa ter vergonha se o catálogo de seus  serviços é curta e pequena. Para sempre deve haver aqueles que são,  mas no fundo, quem tomar sem dar; que recebem sem esforço a  generosidade de seus irmãos, que aprenderam a grande lição que dar é  receber; que para levar adiante é ter voltado, sim, uma centena de  vezes.
Mas haverá muitos que ouvem a pergunta e respondê-la para si, e têm  vergonha, e estes vão querer saber:
"O que posso fazer para a Maçonaria eu pagar a minha dívida;? Também  gostaria de estar nas fileiras daqueles que dão, bem como receber."

Maçonaria não é uma coisa, não é uma organização, um sistema de  homens e oficiais; de pousadas e Lojas. A organização, o sistema, os  homens, os policiais, as Lojas, mas são o veículo pelo qual a  Maçonaria se expressa. Um homem pode ser o único habitante de uma  terra solitária, onde não havia nenhum irmão, sem alojamento, sem  loja, sem dívidas, sem trabalho maçônico para fazer e ainda levar a  Maçonaria em seu coração. E se houvesse dois em que a terra  solitária, a Maçonaria poderia encontrar afastado para se expressar.  Para a Maçonaria é moeda do coração, e, portanto, só pode ser pago  para o coração. O que você pode para a Maçonaria, em seguida, é em  grande parte o que você pode fazer pelo seu próprio coração e do seu  irmão.

É consenso entre nós que o que serve o veículo também serve o  espírito da Maçonaria; que o irmão que trabalha em seu templo  material, que serve a sua pousada, que atua sobre comitês, que  oferece entretenimento, que as telhas, varreduras, faz com que o  fogo e preenche as lâmpadas realmente serve e serve bem. Mas quando  todo o trabalho físico é feito ainda há muito a fazer e, quando  todos os que podem ter feito a labuta há ainda um projeto sobre o  cavalete. Por isso meu irmão, a resposta em termos de coração, não  dos músculos, a carteira, a voz ou o tempo gasto no atendimento da  loja; "O que eu fiz para a Maçonaria?".

Se toda a Maçonaria foi nos corações de dez irmãos, e 91 por cento  do que era em um só coração, e cada um dos outros nove, mas tinha um  por cento; seria o 10 ser feliz, bem sucedido e bem remunerado  maçons? Eles não. Mas como cada um dos nove subiram no conhecimento  e na prática da Maçonaria, ele beneficiaria não apenas a si mesmo,  mas todo o resto também. E quando todos os dez sabia de tudo e  praticado todas as artes suaves da Maçonaria, com certeza os 10  faria uma loja feliz!
Esta ilustração caseira pouco se destina a trazer para casa a quem o  ouve com os ouvidos de sua mente, o fato de que a Maçonaria é  melhor, pois cada um de nós que a professam, a pratica. Nenhum homem  pode fazer de "si mesmo" ao melhor maçom e não beneficiar seus  irmãos. Então, para aquele que pede com toda a humildade: "Eu não  tenho feito muito, me mostrar como eu posso fazer mais", a resposta  é: "Primeiro, fazendo-se um melhor maçom."

Para ser "o melhor maçom" significa, em primeiro lugar, saber algo  sobre a Maçonaria. Haver
á aqueles que ouvem esta mensagem que saber  muita coisa da Maçonaria. Deixá-los responder por si mesmos, se eles  pensam que sabem o suficiente! Mas a grande maioria de nós está  contente em saber que existe uma história maravilhosa para ser lido  "Em algum momento." Quem seria realmente capaz de fazer algo para a  Maçonaria se eles vão fazer nesse momento "Agora".
Onde é que a Maçonaria vem? Como se chegou a um mundo cansado? Qual  tem sido a sua história? Quais são as suas realizações? O que fez  para se justificar? Quais são as suas leis, as suas velhas  acusações, seus marcos? O que a Maçonaria fazem na realização deste  nosso governo? O que tinha a Maçonaria a ver com as estrelas e as  listras , e as estrelas brancas no azul céu? O que significam os  símbolos da Maçonaria ensina? Por que temos três graus, e como eles  vêm a ser? Como foi a Palavra Perdida, e que se havia perdido jamais  será encontrado?

Resposta, que pergunta: "Que devo fazer para a Maçonaria", e se você  não pode, em seguida, informar-se assim que a Maçonaria pode ter  mais um recruta que sabe alguma coisa de sua gloriosa história, sua  finalidade e seus mistérios.
Mas não é o suficiente para saber algo da Maçonaria. Aqueles que  realmente ajudar a Maçonaria não deve apenas saber, mas "Vive lá".  Pergunte a si mesmo mais uma vez, meu irmão, e resposta, mas apenas  você irá ouvi-lo: "O que eu faço todos os dias que é maçom, como  faço para usar o meu Maçonaria em minha vida diária"

Pois não é o Alfa eo Omega, o princípio eo fim da Maçonaria, a mais  maravilhosa das filosofias, a mais divina das verdades, a mais  sublime das concepções, o mais erudito dos ensinamentos que são tão  ineficaz quanto uma chuva de verão para abafar uma violenta fogo,  "Se eles não podem ser vivido!"

Todos nós somos humanos e todos nós, portanto, lutar contra os  mesmos inimigos. Todos nós temos dentro de nós uma coisa para  subjugar, bem como um algo que subjuga. Como os maçons, somos  ensinados que nós viemos aqui para subjugar nossas paixões e  melhorar a nós mesmos na Maçonaria; realizamos o primeiro apenas  como conseguimos no segundo. "Paixão", meu irmão, não significa  meramente raiva ou desejo. A paixão do egoísmo, a paixão do  auto-interesse, a paixão da avareza, da mentira, da crueldade, de  descuido, estes, bem como todos os outros inimigos contra os quais  luta do homem espirituais estão a ser vencida e conquistada, a mais  facilmente como nós trazemos as fileiras de combate dos ensinamentos  de militantes da Maçonaria para envolvê-los. Isso não serve como  pregação, meu irmão, que é, mas uma humilde tentativa de responder à  pergunta você deve perguntar a si mesmo, de como pode ajudar a  Maçonaria. Você pode ajudá-la, ajudando a si mesmo, ajudando a sua  família, ajudando o seu vizinho e amigos, e tudo isso você pode  fazer por fazer a Maçonaria a regra e guia de sua vida diária assim  como você fazer o livro sobre o Altar da Regra e Guia da sua Fé e  Vida.

Não é suficiente apenas para ser honesto. Um maçom honestidade nunca  é questionada. Como o sol é para ser tomada como garantida. Não é o  suficiente para ser justa. A justiça é uma concepção do homem.  Misericórdia é Deus, ea Maçonaria ensina. Não é o suficiente para  ter amigos. Um maçom bom deve ser um amigo melhor do que ele sempre  espera que alguém, para fazer com ele. Pois está escrito: "Dai, e  vos será dado a você".

Há espaço para a Maçonaria em cada negócio, em cada ato de cada dia.  Há um lugar para o sorriso da Maçonaria em cada saudação e em cada  beijo. Há uma chance para o coração gentil da Maçonaria em cada  toque de mão a uma criança, ou palavra falada para os fracos e  desamparados. Não é uma bênção da Maçonaria para ser entregue ao  doente e infeliz, e uma bênção da Maçonaria para ser oferecido a  pecaminosa e os que erram.

A Maçonaria é o patrimônio mais glorioso, o mais sublime das  concepções do coração. . . e eles perguntam, esses irmãos, que eles  podem fazer por ela! Eles podem levá-la para suas almas, pois eles  podem viver-la em suas vidas, eles podem expressar-la em seu todo  ato, e fazer dela não um grito de voz humana, a divindade, mas uma  canção de seu coração. . . a Deus!

Artigo enviado por Fernando Saraiva

domingo, 1 de julho de 2012

Credo da Paz




Sou responsável pela guerra...
  • Quando orgulhosamente faço uso da minha inteligência para prejudicar o meu semelhante.
  • Quando menosprezo as opiniões alheias que diferem das minhas próprias.
  • Quando desrespeito os direitos alheios.
  • Quando cobiço aquilo que uma outra pessoa conseguiu honestamente.
  • Quando abuso da minha superioridade de posição privando outros de sua oportunidade para progredir.
  • Se considero apenas a mim próprio e a meus parentes pessoas privilegiadas.
  • Quando me concedo direitos para monopolizar recursos naturais.
  • Se acredito que outras pessoas devem pensar e viver da mesma maneira que eu.
  • Quando penso que sucesso na vida depende exclusivamente do poder da fama e da riqueza.
  • Quando penso que a mente das pessoas deve ser dominada pela força e não educada pela razão.
  • Se acredito que o deus de minha concepção é aquele em que os outros devem acreditar.
  • Quando penso que o país em que nasce o indivíduo deve ser necessariamente o lugar onde ele tem de viver.

    Se estou em paz, eu promovo a paz dos que me cercam. Por sua vez, eles promovem a paz daqueles que estão à sua volta e que também farão o mesmo. Então, a paz começa por mim! E sem ela não pode haver a necessária transformação social.
    Ralph Maxwell Lewis, FRC