quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Palestra do Excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin.


Dia 10/09/2014 (4ªf) às 20h na Sede do GOSP, Rua São Joaquim, 457 – Liberdade – Capital, GEAP-SP http://www.geapsp.com.br/  Sessão Magna publica de palestra do Excelentíssimo Governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin, tema "seus planos para um segundo mandato de governo”, estando presente as autoridades maçônicas GM-GOSP Mario Sergio Nunes da Costa, GMadj.GOSP Benedito Marques Ballouk Filho, GM-GLESP Ronaldo Fernandes, e representante do GOP, Ir. Marcio França, Presidenta Estadual da Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul - FRAFEM-SP Siomara Regina Dragoni da Costa, entre outras autoridades.

Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho (Pindamonhangaba, 7 de novembro de 1952) é um médico e político brasileiro. É o 35º e atual governador de São Paulo, cargo que ocupa pela terceira vez.

Nascido em Pindamonhangaba, Alckmin foi prefeito de sua cidade natal entre 1977-1982. Foi deputado estadual entre 1983-1987, e deputado federal entre 1987-1994. Entre 1995-2001 foi vice-governador, assumindo o cargo de governador em 2001, após a morte do então governador Mário Covas. Na eleição estadual de 2002foi reeleito, ficando assim inelegível para concorrer a governador na eleição seguinte.

Alckmin renunciou ao cargo em março de 2006, afim de concorrer à presidência na eleição do mesmo ano. Acabou indo para o segundo turno, sendo então derrotado pelo presidente Lula. Foi candidato na eleição municipal de São Paulo em 2008, tendo sido derrotado no primeiro turno. Em 2009 ocupou o cargo de secretário de desenvolvimento do estado de São Paulo, e nas eleições estaduais de 2010 foi eleito governador no primeiro turno, sendo o segundo governador da história a vencer a eleição no primeiro turno — na eleição anterior, José Serra tinha sido o primeiro a conseguir esse feito.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Tenha orgulho de ser Maçom!

O candidato quando é Iniciado, Elevado e Exaltado, fica enlevado com as “histórias” mostradas nos Rituais, baseadas na Bíblia. Fica encantado com os fatos enevoados ligando a Maçonaria com os acontecimentos Bíblicos. Fica convencido e soberbo de saber que, como Maçom, é um descendente direto dos construtores do Templo do Rei Salomão!

De Aprendiz passa para Companheiro e depois para Mestre e, raramente, pergunta quem planejou o Templo ou quem acompanhou todos os trabalhos feitos em ouro, prata e pedras preciosas. Quem esculpiu, quem decorou as obras de arte. Fica  plenamente satisfeito em saber que tudo foi feito por Hiram , que era o filho de uma viúva da tribo de Naftali.

Com o passar do tempo, ele lê alguns livros maçônicos idôneos, e fica assombrado e chocado ao aprender que, sem dúvida alguma, os atuais Maçons são descendentes dos construtores das catedrais, na Idade Média, da Inglaterra, Alemanha, França, etc, etc.

Seu panorama mental sobre a Maçonaria fica nublado, seu orgulho fica abalado e sua admiração, contentamento no seu curto sonho maçônico fica minimizado.

Isto é um retrato real e frequentemente ocorre!

O que deve ficar claro para todos nós é que os Maçons não são descendentes de simples trabalhadores. Nossos ancestrais não eram simples talhadores de pedras, pedreiros, escultores, etc. Eles eram os maiores artistas, especialistas em trabalhar e construir em pedras na Idade Média.

Poucos homens podem construir um galpão usando serrote, martelo e pregos. Mas, a maioria deles não consegue construir a sua própria moradia. Eles não sabem como ler uma planta. Eles nada sabem sobre resistência dos materiais. Eles nada sabem sobre códigos de construções. Para obter sua casa eles precisam empregar um arquiteto e um construtor, os quais tenham o conhecimento especializado requerido.

Hoje em dia nós temos a eletrônica e os computadores, mas na Idade Média, todo esculpido era obra da experiência e da habilidade manual. Não havia livros e desenhos especializados.

Mesmo hoje, as modernas construções dificilmente se igualam na beleza das proporções, no vigor, na suntuosidade e na magnificência das Catedrais, dos Castelos, dos Mosteiros, das Abadias feitas pelos Mestres Construtores dos quais a Maçonaria é descendente.

Pessoas simples não fariam esse tipo de construção, cuja estrutura, grandeza, resistência e beleza, desafiam os séculos, nas intempéries e nas guerras.

Nossa Ordem escolhe hoje em dia, os futuros Aprendizes, com bastante critério. Os construtores de Catedrais da Idade Média também procuravam e escolhiam aqueles que tinham conhecimento, caráter e habilidade para aprender. Quando se tornavam Companheiros, tinham orgulho de seu trabalho. Sabiam que não podia falhar e davam o melhor de si, por toda sua vida.

Não é este, para todos nós, o maior motivo de orgulho, em sermos descendentes desses homens especiais?


(livre tradução e adaptação da MAS - Bulletin 1951 - USA)
Alfério Di Giaimo Neto - MI

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O QUE É O AMOR PARA AS CRIANÇAS - BARBOSA NUNES


Ao final deste artigo, crianças de 4 a 8 anos, em pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia, responderam  : "O que é o Amor?".

Quando de minhas viagens para proferir palestras maçônicas e sobre o programa "Maçonaria A Favor da Vida-Contra as Drogas",  minha rotina é sempre adquirir livros nas livrarias dos aeroportos  e os dato com o registro do local em que me encontrava.

 Em julho de 2000, adquiri no aeroporto de João Pessoa-Paraíba, o livro de Léo Buscaglia - Editora Nova Era, intitulado com uma só palavra,  "Amor". Faço sua releitura nestes dias.

Tema atraente e que se renova em mim, sobretudo em momento que o mundo não tem espaço para o amor. Guerras às dezenas, milhares de vidas de homens, mulheres e crianças, cruelmente ceifadas pela disputa do poder entre os adultos.

Crianças que passam a não saber ou conhecer a dinâmica do amor, necessidade tão forte, que a falta dele afeta o crescimento e o desenvolvimento, isto quando não são mortos. O amor é criativo, nunca destruidor.

Léo Buscaglia diz: "A necessidade da convivência do amor é o principal objetivo da vida de uma pessoa. Com a falta do amor surgem neuroses e psicoses na idade adulta".

A violência está mudando o homem de bem, o trabalhador.O pai de família passa a ser refém destes tempos e aí se isola, quando pode, para se defender e viver. Os jovens isolados em seus mundos, falando e formando amizades virtuais, estão cada vez mais solitários.

Em outro trecho do livro "Amor",  o autor assim se expressa :"O ser humano amoroso deve se preocupar consigo, eis a primeira questão, como se quisesse dizer:Quanto melhor eu for, mais terei para dar. Quanto maior a compreensão que tiver, maior será minha capacidade de ensinar aos outros e de me tornar ser humano mais fantástico, bonito, extraordinário do mundo".

O homem não tem escolha a não ser o amor. Quando não o faz encontra suas alternativas na solidão, na destruição e no desespero.

"Santo Agostinho" fala que "A única pessoa que pode te amar verdadeiramente é Deus, porque o amor dos homens tem muitas falhas,  como ciúme, desconfiança, medo, raiva, discórdia, falsidade e interesse".

Já "São Paulo", no maravilhoso texto muito conhecido,  descreve o amor:"O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante, nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, não crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará".

O amor das crianças é puro, sincero, desinteressado, e a inocência abençoada de crianças de 4 a 8 anos, em pesquisa, produziram as seguintes respostas, para a pergunta, "O que é o Amor?":

1 - "Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está do gosto dele".  (Danny,  6 anos)

2 - "Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford".  (Chris, 8 anos)

3 - "Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas  sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela".  (Chrissy,  6 anos)

4 - "Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro".  (Mary Ann, 4 anos)

5 - "Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unhas para ela. Mesmo quando ele tem artrite".  (Rebeca, 8 anos).

6 - "Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo".  (Sindy,  8 anos)

7 - "Eu sei que minha irmã mais velha, me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas, e tem que sair para comprar outras".  (Lauren,  4 anos)

 8 - "Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo".  (Tommy, 6 anos)

9- "Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente".  (Billy, 4 anos)

10- "Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois".  (Jenny, 4 anos)

11 - "Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta".  (Nikka, 6 anos)

12 - "Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos, e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo." (Jéssica,  8 anos)

13 - "Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos." (Mathew, 6 anos).

É preciso confiar e acreditar no amor, pois é o único caminho para a vida de uma humanidade mais amorosa. Posso,  neste artigo,  ser criticado por alguns como um sonhador e estar enfocando um vocábulo muito expressado e pouco praticado, pois o amor e as práticas do mundo real parecem estranhos, separados.

O livro "Amor",  que sugiro sua leitura, conclui nosso artigo, com a firmeza de um grito: 

"Crucificaram Jesus, deram um tiro em Gandhi,  decapitaram Thomas More e envenenaram Sócrates. A sociedade tem pouco espaço para a honestidade, a ternura, a bondade. É o jeito do mundo."

Para mim, o Amor encontra-se nas respostas dessas crianças de 4 a 8 anos.

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Artigo 186 do Grão-Mestre Geral Adjunto, Barbosa Nunes, para o Jornal Diário da Manhã, de Goiás, edição de 30 de agosto de 2014.
Fonte: http://gob.org.br/index.php?c=4827

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

SOBERANO GRÃO-MESTRE CONCEDE ENTREVISTA FALANDO ESCLARECENDO A RESPEITO DE INTERVISITAÇÃO


Soberano Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, Ir. Marcos José da Silva, concede entrevista a Rede Colméia, onde esclarece sobre as pranchas recentemente encaminhadas por ele às lojas jurisdicionadas ao GOB, com o tema de regularidade, reconhecimento, intervisitação, bem como as associações regionais de lojas recentemente criadas.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Reconhecimento, A Chave para o Progresso


O “Reconhecimento” é um dos fatores de sucesso mais importantes para nós mortais. Pouco adianta atingirmos um determinado sucesso se não formos reconhecidos. Há até aquela piada de que um sujeito vivia solitário numa ilha e salvou a Sharon Stone de um naufrágio, ficando sozinho com ela na ilha por duas semanas. Depois desse tempo, ele pediu a ela que se vestisse de homem e desse a volta na ilha. Encontraram-se do outro lado da ilha e ele virou-se para ela (vestida de homem) e disse: - Zé! Você não vai acreditar no que eu vou lhe contar. Estou sozinho numa ilha com a Sharon Stone! Estar com a Sharon Stone numa ilha, sozinho, poderia ser muito bom, mas era preciso que alguém soubesse disso, isto é que alguém “reconhecesse” aquele feito.

Da mesma forma em nossa Ordem. É preciso que membros quebrem o silêncio do “elogiar”, de “reconhecer méritos” nos membros. Temos a tendência de repetir comportamentos que nos são positivamente reforçados e o valor do reconhecimento está justamente aí. Quando “reconhecemos” um valor, esse valor tende a multiplicar-se tanto para a pessoa que foi alvo de nosso reconhecimento quanto para as demais. Assim, o reconhecimento é fundamentalmente importante para o sucesso pessoal e maçônico de qualquer um de nós. Um “muito obrigado”, um bilhete de reconhecimento, uma carta, um cumprimento sincero valem muito e nós sabemos disso. Temos que perder o medo de agradecer e reconhecer nos outros pessoas que nos auxiliam e nos ajudam a obter o que queremos. Ninguém vence sozinho. Sabemos disso. E se sabemos disso deveremos também saber “reconhecer” isso com ações concretas de “reconhecimento” e gratidão.

Vejo pessoas que têm medo de elogiar. Quando uma pessoa só é cobrada pelos seus erros, acaba isolado e vai desenvolvendo uma auto-estima baixíssima e os erros e a inércia começam a se multiplicar até que a pessoa começa a acreditar não ser capaz de acertos até mesmo nas coisas mais simples.
Faz parte também do reconhecimento dar crédito a quem realmente merece. Assim, também tenho visto “líderes” que “furtam” idéias de seus “subordinados” dizendo serem aquelas idéias de sua propriedade ao invés de creditá-las ao verdadeiro autor. Um chefe que tem o hábito (sic) de furtar idéias de seus subordinados ou até não pô-las em prática, acabará ficando isolado, pois que nenhum de seus colaboradores virá com idéias novas com o medo de tê-las furtadas ou censuradas pelo líder. Por incrível que possa parecer essa é uma prática muito comum de líderes inseguros que não compreendem que sua liderança será a cada dia mais valorizada quanto mais suportada pelo seu companheiros de colunas. Há “tempos atrás”, um “líder” “precisava” “bajular” seus superiores para manter-se no cargo (Ainda podemos ver muito isso hoje em dia). Hoje precisamos mudar essa realidade se desejarmos uma Maçonaria mais Forte e Justa. Mais Palavras e menos Medalhas!!!!


Texto de Luiz Marins - Antropólogo, autor de livros sobre Motivação e Gestão, adaptado por Marcello Borinato